Sinto algo de mim se transmutar continuamente
É o mergulho em mim, no Mundo natural...
O resultado é o fluir...
Como se só houvesse o agora.
E é o que há.
Lembro-me do elemento fogo se manifestando naquela fogueira.
A Lua amarela esverdeando a seu redor.
E, no nascer do Sol, os pássaros encantando o raiar do dia.
Naquele dia me percebi,
estou sendo. Estou mesmo aqui dentro. Aqui fora.
Não há limites para o transmutar.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
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