terça-feira, 2 de novembro de 2010

Sinto algo de mim se transmutar continuamente
É o mergulho em mim, no Mundo natural...

O resultado é o fluir...
Como se só houvesse o agora.
E é o que há.

Lembro-me do elemento fogo se manifestando naquela fogueira.
A Lua amarela esverdeando a seu redor.
E, no nascer do Sol, os pássaros encantando o raiar do dia.

Naquele dia me percebi,
estou sendo. Estou mesmo aqui dentro. Aqui fora.
Não há limites para o transmutar.

Nenhum comentário:

Postar um comentário