sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

As relações se tornaram estreitas e exclusivas.
Não há espaço para a comunhão fraterna, como em alguns povos indígenas.
Há comunidades onde os filhos são de toda a tribo. E todo o resto.
Se é que há espaço para o pronome possessivo lá.

Vamos imitar esses povos, que estamos extinguindo.
Vamos nos unir e aumentar a nossa família.
Plantar onde houver fome e tecer onde houver frio.
Partilhar. Usar a natureza a nosso favor e ser a favor da natureza.

Os recursos da natureza não podem mais se acumular nas mãos de poucos.
A Natureza não é DE todos nós, porque todos nós SOMOS Natureza.

Vamos olhar pra dentro e observar a comunhão que já existe fora.
Nós temos medo da falta, da ausência.
Temos medo e queremos acumular. Acumulamos tanto, que tornamos o medo de outros real.
Surge a fome, a miséria. E também violência e mais medo.
Do medo mais acúmulo e sofrimento.

O medo primário é a separação do eu com nossa essência, quer por si é inclusiva e amorosa.
Da separação vem a defesa, o ego, o individualismo.

Vamos olhar para dentro e encontrar o que realmente buscamos. A busca de todos é convergente.

A falta só existe na medida em que bloqueamos a comunhão inerente de nossa essência.

O outro não nos oferece riscos porque é, também, natureza.

Vamos exercitar o amor entre todos os irmãos...
Só o amor pode nos desvendar e nos libertar.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

E perceber que esse vazio é mais do que falta ou ausência:
É a pista para o Ser e para Tudo que há, no Infinito.
Notar que vazio é apenas a palavra que se usa para a vontade do cheio que, na verdade, sempre nos preencheu.
É lindo desenrolar
Se desnudar
Desatar os nós

Semente explodindo, rompendo...

Escolhendo deixar a culpa e se preparando para ser o que nunca deixou de ser:
Amor por dentro, Amor por fora.

Abertura Infinita
Unir os poros em um só,
inteiro.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A turbulência é só o medo.
Várias coisas não existem. Só há o medo delas.
Essa foi a última lição.
Mulher.
Esse medo, essa dúvida.
As turbulências sugerem as únicas possibilidades certeiras:
Amar. E seguir.
Ou seguir amando.