As relações se tornaram estreitas e exclusivas.
Não há espaço para a comunhão fraterna, como em alguns povos indígenas.
Há comunidades onde os filhos são de toda a tribo. E todo o resto.
Se é que há espaço para o pronome possessivo lá.
Vamos imitar esses povos, que estamos extinguindo.
Vamos nos unir e aumentar a nossa família.
Plantar onde houver fome e tecer onde houver frio.
Partilhar. Usar a natureza a nosso favor e ser a favor da natureza.
Os recursos da natureza não podem mais se acumular nas mãos de poucos.
A Natureza não é DE todos nós, porque todos nós SOMOS Natureza.
Vamos olhar pra dentro e observar a comunhão que já existe fora.
Nós temos medo da falta, da ausência.
Temos medo e queremos acumular. Acumulamos tanto, que tornamos o medo de outros real.
Surge a fome, a miséria. E também violência e mais medo.
Do medo mais acúmulo e sofrimento.
O medo primário é a separação do eu com nossa essência, quer por si é inclusiva e amorosa.
Da separação vem a defesa, o ego, o individualismo.
Vamos olhar para dentro e encontrar o que realmente buscamos. A busca de todos é convergente.
A falta só existe na medida em que bloqueamos a comunhão inerente de nossa essência.
O outro não nos oferece riscos porque é, também, natureza.
Vamos exercitar o amor entre todos os irmãos...
Só o amor pode nos desvendar e nos libertar.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
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