Hoje, na varanda,
o Bem-te-vi se despede do Sol
cantando o fim do dia...
E hoje, o Sol, se despedindo do Bem-te-vi,
canta o seu findar em tons alaranjados...
Ainda hoje, Eu, me despedindo do dia,
canto -contente- o nascer de mais uma noite enluarada.
Oh Lua! Venha depressa substituir o iluminar
Que eu não quero, hoje, me deparar com minha escuridão.
Venha suave, mas venha ainda hoje...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Sobre a Lapinha
Aquela terra molhada das águas correntes...
o céu azul, do vento forte que leva as nuvens...
o Sol, leve, iluminando tudo o que é vida
Ai, as vistas que ainda não conhecem palavras que as possam nomear
o som do pulsar
e o som do correr, do fluir...
A simplicidade e humildade de quem conhece a amizade, o carinho e o Amor
O mergulhar na água fria que lava as almas da dor de ser...
O nascer da Lua Cheia na serra que, Mãe, adota e ilumina a todos com beleza e suavidade.
O belo tucano que corta, atrevido, a estrada estreita
e os ipês amarelos, no voltar, colorindo o verde do cerrado...
Obrigada, ó fonte e origem de tudo, do todo e de mim...
o céu azul, do vento forte que leva as nuvens...
o Sol, leve, iluminando tudo o que é vida
Ai, as vistas que ainda não conhecem palavras que as possam nomear
o som do pulsar
e o som do correr, do fluir...
A simplicidade e humildade de quem conhece a amizade, o carinho e o Amor
O mergulhar na água fria que lava as almas da dor de ser...
O nascer da Lua Cheia na serra que, Mãe, adota e ilumina a todos com beleza e suavidade.
O belo tucano que corta, atrevido, a estrada estreita
e os ipês amarelos, no voltar, colorindo o verde do cerrado...
Obrigada, ó fonte e origem de tudo, do todo e de mim...
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O quê em mim?
...e o som do gavião a voar
a viver
a se libertar.
-leve, muito leve-
De fundo, o céu azul
-Ai, que azul!-
Do fundo em mim, o silêncio
-e tudo o que ele me pede-
Meu sonho?
Um vôo eterno.
Que me eleve, me leve!
Levemente vôo
Eternamente leve
Vôo que me eleve...
Livre-me de tudo o que me prende
e me impede.
O quê, em mim?
a viver
a se libertar.
-leve, muito leve-
De fundo, o céu azul
-Ai, que azul!-
Do fundo em mim, o silêncio
-e tudo o que ele me pede-
Meu sonho?
Um vôo eterno.
Que me eleve, me leve!
Levemente vôo
Eternamente leve
Vôo que me eleve...
Livre-me de tudo o que me prende
e me impede.
O quê, em mim?
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Energia
Se você acredita em sonhos é porque é forte
é porque é fogo!
Senhor
dai-me combustível e eu me torno comburente
Porque eu já nasci do fogo
e do fogo me criei.
é porque é fogo!
Senhor
dai-me combustível e eu me torno comburente
Porque eu já nasci do fogo
e do fogo me criei.
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