Anotar para não ferir o mistério...
Deixar que ele venha até a mim... E bebê-lo cada gole.
Porque quero tanto o Tudo, se não vejo o pouco que me é concedido?
Os lampejos são a clareza toda, quando de olhos e corpo abertos.
Como é injusto repetir o prato em que já há restos selecionados...
domingo, 8 de maio de 2011
Todos os dias a clareza empresta ao viver um de seus lampejos...
E no final das contas é lindo ver o quanto sou pequena e o quão grande é o Ser...
Sou grata aos sons e às cores, às luzes e aos cheiros...
Que provocam e repercutem no de dentro e no de fora.
Clareza é quando o lampejo é por inteiro, mesmo que por segundos...
E se voltam as sombras, é pra lembrar do movimento infinito.
A correnteza... O para sempre constante e novo.
O que só se acha perdendo e deixando...
É a Verdade viva em mim, por encontros de quando me perco por aí...
Somos todos juntos, vamos nos olhar...
E no final das contas é lindo ver o quanto sou pequena e o quão grande é o Ser...
Sou grata aos sons e às cores, às luzes e aos cheiros...
Que provocam e repercutem no de dentro e no de fora.
Clareza é quando o lampejo é por inteiro, mesmo que por segundos...
E se voltam as sombras, é pra lembrar do movimento infinito.
A correnteza... O para sempre constante e novo.
O que só se acha perdendo e deixando...
É a Verdade viva em mim, por encontros de quando me perco por aí...
Somos todos juntos, vamos nos olhar...
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