domingo, 19 de setembro de 2010

Olhando para baixo tem tanta coisa feia
que simplesmente me impedem de voar.

Como posso voar se existem seres humanos a rastejar?

As libélulas vieram anunciar a leveza que me espera.
Mas eu só vou com o Mundo inteiro.

Os meus ais são os seus ais
E a sua cura é a minha cura.
Vamos juntos meus irmãos!

No caminho eu vejo flores se abrindo e se acendendo a Fogueira do Amor.
A Verdade goteja em chuva de néctar.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Numas vezes me deparo com a ausência completa de mim.
Noutras percebo que sempre estive aqui-dentro.
O desafio é a simultaneidade do ser e do se perceber.
É o ser inifinito.
É, em definitivo, ser (Ser). Atemporal.