Tentando entender o caos em que cada um se absorve. A loucura degenerada que cada ser se coloca, e desenvolve, na abertura inexistente de um limite concreto.
Sentindo a latência crua de verdades e desejos infames. Quando não se pode correr, fica-se parado e na estação os anos passam pelos trilhos, na abertura concreta de um limite inexistente.
Tentando entender o caos em que cada um se absorve. A loucura degenerada que cada ser se coloca, e desenvolve, na abertura inexistente de um limite concreto.
ResponderExcluirSentindo a latência crua de verdades e desejos infames. Quando não se pode correr, fica-se parado e na estação os anos passam pelos trilhos, na abertura concreta de um limite inexistente.
Muito legal isso, só não entendi "limite".
ResponderExcluirMas não se pergunta assim o que é um ponto verde no meio da mata, né?